A Gestão de Emoções



Um dos passos que o homem deu para a civilização foi controlar as suas emoções (Pérsico, 2011). A temperança não consiste em reprimir a emoção, mas em controlar a sua expressão (Pérsico, 2011). Uma pessoa pode zangar-se, sentir ira e não a reprimir, a única coisa que deve fazer é não agredir ou insultar, que é a sua expressão (Pérsico, 2011).


O controlo emocional gera aceitação e o descontrolo gera rejeição (Pérsico, 2011).


A gestão de emoções passa por canalizar a energia para o crescimento pessoal e para o aprimoramento das relações interpessoais (Fachada, 2014).


A nossa saúde emocional passa por uma boa gestão das emoções, para isso é necessário identificar as nossas emoções e após a sua decifração não as reprimir (Fachada, 2014).


É importante fazer uma boa gestão da componente racional e da componente emocional, devemos aprender a suportar e a conviver com aquilo que não podemos evitar, quer na nossa vida pessoal quer na nossa vida profissional (Fachada, 2014).


O autocontrolo emocional é essencial quer para o equilíbrio do indivíduo como para favorecer o relacionamento com os outros (Fachada, 2014).


Há emoções que são inimigas das relações interpessoais, entre essas, são o mau humor, a irritação, o desânimo, a falta de esperança, a ansiedade, o medo, o rancor, o ressentimento e o ódio (Fachada, 2014). Quando estas emoções surgem, tornam-se tóxicas para o bom relacionamento entre todos e pode originar um clima abusivo de emoções fortemente negativas (Fachada, 2014). As consequências desta situação podem ser comentários negativos, tendência para ver os defeitos alheios, fazer juízos de valor, rotular, etc. (Fachada, 2014).


Por outro lado, quando há energia emocional positiva a motivação instala-se e o ambiente relacional torna-se harmonioso (Fachada, 2014).


As emoções negativas além de prejudicarem a nossa saúde, são sinal de um conflito interior (Fachada, 2014). Se é difícil controlarmos o que nos acontece, a verdade é que podemos sempre decidir a nossa atitude perante aquilo que vivemos (Fachada, 2014).



Desta forma, para gerir as suas emoções tenha em conta as seguintes dicas:


. Controle as emoções negativas pois elas muitas vezes tornam-se em comportamentos ineficazes;



. Seja coerente nas suas emoções, tenha em conta aquelas que promovem relacionamentos interpessoais positivos;



. Evite comportamentos dos quais se pode vir a arrepender;


. Limite a evidência de emoções negativas: evite passar que está descontrolado e irritado, pois estas demonstram perda do autocontrolo;


. Pratique a sua capacidade empática: escute. 

 
Texto escrito por Carolina Violas, Psicóloga Clínica

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