CONSULTA DE PSICOLOGIA DA IMAGEM: PORQUÊ?



Com as exigências da sociedade cada vez mais rígidas em relação à imagem e aparência, as pessoas aos poucos passam a perder a referência da imagem ideal e as suas expectativas começam a ficar focadas em modelos muito distantes da realidade.

A Psicologia da Imagem surge como um espelho imparcial do “eu real” que ajuda a criar caminhos para que seja possível alcançar o desejo do “eu ideal”.

O psicólogo vai trabalhar com os pacientes nesse ajuste entre o real e o ideal.

Além de promover o que é saudável físicamente e mentalmente, tal como em outras consultas, pratica a aceitação positiva incondicional do paciente, tendo em conta que quanto mais um sentimento é negado, mais inconsciente ele se torna e mais distorcida será a verdade.

Ao longo do processo terapêutico, o objetivo é que o paciente avalie a sua perceção do “eu real” (que nem sempre condiz com a realidade) e se aproxime mais do “eu desejado”, ou que torne o “eu desejado” mais realista e menos idealizado por influências externas como: feedbacks negativos, campanhas publicitárias, ideais de beleza inatingíveis e comparação com os seus ídolos.

A Consulta de Psicologia da Imagem é indicada para problemas com auto-estima ou mesmo para a melhorar, já que ela  é como um “sistema imunológico emocional” que precisa de ser alimentada saudavelmente. 

Outra área em que a Psicologia da Imagem pode ajudar é na entrada no mundo do trabalho promovendo uma adaptação positiva.

A Consulta de Psicologia da Imagem é também recomendada para crianças e adolescentes, a terapia ajuda em qualquer tipo de conflito com a auto-imagem (em especial, vítimas de bullying) além de acompanhar os processos de mudanças corporais na adolescência.

Aliado a isto também é importante nas perturbações do comportamento alimentar, perturbações emocionais, nas doenças crónicas, nas doenças de foro oncológico, ajudando na recuperação do paciente.

As sessões normalmente duram 50 minutos e são marcadas mediante as necessidades do paciente.


Cuide de si, a sua saúde mental agradece!



Carolina Violas
Psicóloga Clínica, Especialização em Gestão de Pessoas, Formadora certificada pelo IEFP, Formação em Consultoria de Imagem Pessoal e Profissional

ORTHOSOMNIA



Há um novo distúrbio do sono devido à utilização de apps. 

Tal como a vontade de querer ser o mais saudável possível pode dar origem a uma perturbação do comportamento alimentar – a ortorexia -, a preocupação em dormir as horas suficientes pode também trazer sérias consequências para a saúde.

De acordo com um artigo publicado recentemente no Journal of Clinical Sleep Medicine a utilização – quase que viciante – de aplicações móveis e pulseiras de monitorização de sono pode, na verdade, tirar o sono, surgindo a perturbação de sono que a ciência denomina de Orthosomnia - distúrbio de sono digital.

Tendo em conta este estudo dos cientistas da Rush University Medical School e da Feinberg School of Medicine nos Estados Unidos, que avaliaram três casos reais,  os resultados mostraram que a tentativa de controlar o que se dorme não só causa stress (algo que, por si só, tira o sono), como afeta o bem-estar geral das pessoas.

Os investigadores informam que ainda não há base científica que comprove a eficácia destes wearables e aplicações móveis.

Num dos casos em análise, o paciente sentia-se stressado porque a aplicação dizia que nunca dormia as 8 horas diárias recomendadas e  mesmo quando o sono tinha sido revigorante sentia-se com os mesmos níveis de ansiedade.

Para os cientistas, a tentativa de tornar o sono em algo quantificável em nada contribui para a nossa saúde e pode mesmo causar episódios recorrentes de insónia – patologia que, a longo prazo, pode causar sérios danos na nossa saúde mental.

No entanto, ressalvam que existe algo positivo nestes aparelhos, estes podem servir como gatilho para o diagnóstico de apneia do sono.

PSICOLOGIA DA IMAGEM: HUMOR


Sabemos que a nossa roupa faz parte da nossa linguagem não verbal, tal como o tom de voz e os nossos gestos.

Sendo assim as nossas roupas são a linguagem que utilizamos também para comunicar.

A psicóloga clínica Dra. Jennifer Baumgartner refere que a nossa roupa não envia apenas mensagens aos outros mas ao nosso cérebro. Então cada um de nós deve fazer a seguinte pergunta: O que a minha roupa diz sobre mim?

Ela sublinha que o que vestimos afeta o nosso comportamento e como elas podem ser um aliado para a nossa vida diária.

Em conclusão, se  quiser se sentir confiante, vista-se como uma pessoa confiante,  se  quer se sentir sexy, vista-se como uma pessoa sexy.

Da mesma forma, não vá para o outro extremo, ou seja, se se sente triste, não escolha "roupas tristes", ou o seu cérebro irá fazer o que é conhecido como profecia auto-realizável e o seu humor negativo ficará ainda pior.

Estudos mostram que 57% das mulheres que se sentem em baixo são suscetíveis a vestir um par de jeans e uma camisola deformada com mangas soltas.

Mas a forma como você se veste afeta a forma como você se vê e a forma como você se sente.

Na construção de sua imagem pessoal ou profissional, você pode realmente ter impacto sobre a sua motivação!

Também é essencial aprender mais sobre a psicologia das cores e descobrir, por exemplo, que o vermelho vai fazer com que o seu sangue corra mais rápido e o azul vai fazer se sentir mais calmo/a e baixar a pressão arterial. A cor que usa causa um impacto sobre si, enviando sinais para o seu cérebro.

Isso significa que pode se vestir de uma maneira que, por um lado, irá ajudá-lo/a a controlar a forma como se sente, e por outro lado, causar uma primeira impressão positiva sobre as outras pessoas. Exemplo: Se um empregador tem a expectativa em escolher um candidato, entre vários candidatos, baseado nas competências ou qualificações, ele ou ela tem mais probabilidade de escolher uma pessoa que está bem vestida para o trabalho, sabia?

A partir de agora, quando comprar roupas novas, pare para pensar sobre qual é a imagem que deseja alcançar e como isso pode afeta-lo/a e o que pode conseguir com ela.

A Escola de Afetos oferece o serviço de Consulta de Psicologia da Imagem.


Carolina Violas
Psicóloga Clínica, Especialização em Gestão de Pessoas, Formadora certificada pelo IEFP, Formação em Consultoria de Imagem Pessoal e Profissional

PSICOLOGIA DA IMAGEM: COGNIÇÕES



Há uma Psicologia por detrás do nosso guarda-roupa, conta-nos a psicóloga clínica Dra. Jennifer Baumgartner.


O seu estilo diz muito sobre si. O que veste pode informar a um desconhecido qual o seu emprego, bem como as suas emoções, ambições e hábitos de consumo. “O comportamento de compra  geralmente advêm de motivações internas como emoções, experiências e cultura” diz a Dra. Baumgartner. Geralmente olhamos os comportamentos de compra e armazenamento e até mesmo como misturar as peças de roupa como algo pouco relevante, no entanto, qualquer comportamento é enraizado em algo mais profundo, há um significado mais profundo nas nossas escolhas, e isso pode ser avaliado tal como em terapia.


As nossas roupas podem ser  reveladoras da nossa personalidade e podem emitir mensagens adequadas ou não. Aqui a Psicologia da Imagem pode ser importante para ajudar as pessoas a utilizar o seu guarda-roupa na forma que gostariam de ser percecionadas pelos outros e até mesmo mudar a forma como cada um pensa sobre si mesmo, melhorando assim a autoestima.

Dra. Baumgartner diz-nos que as "nossas roupas ajudam-nos a colocar onde pensamos querer estar.”

Não existe uma peça ou mesmo um estilo que faça a pessoa parecer bem sucedida. A Dra. Baumgartner o que recomenda é o seguinte: use os básicos quando quiser tentar projetar uma imagem positiva (principalmente em ocasiões profissionais ou formais): o preto, o blazer e os scarpins. Utilizar os clássicos pode ter vantagens, simplesmente porque têm múltiplas funções e são apropriados para diferentes faixas etárias e tipos de corpo. E se tornou-se um clássico foi porque realmente funciona bem não importando quem você seja.
 
Por outro lado, não há uma peça ou  um estilo que faça uma pessoa parecer um fracasso. “Qualquer coisa que pareça que você não teve tempo se torna negativo,” diz a Dra. Baumgartner.  “A pior roupa é a que tenta se desfazer, ignorar ou esconder onde está ou quem você é, ou quando mostra que não prestou atenção ao seu corpo/idade/situação e sim envia uma mensagem errada.”
 
Um estudo da Northwestern University, analisou um conceito denominado de “cognição da roupa”. Investigadores definiram esse conceito como“a influência sistemática que as roupas têm nos processos psicológicos dos que as vestem,” ou seja, o que as suas roupas estão dizendo a si mesmo e não sobre si. E como elas fazem sentir-se.

Os investigadores distribuíram casacos brancos padrão para os participantes, contando a alguns que se tratava de um casaco de médico e a outros que era de pintor. Todos os participantes realizaram a mesma tarefa, mas aqueles que usavam o “casaco de médico” foram mais cuidadosos e atentos. As suas ações foram influenciadas pelas suas roupas.
 
O mesmo pode acontecer consigo. Quando se veste de uma determinada forma, isso ajuda a mudar o seu estado interior,”explica a Dra. Baumgartner. “Nós percebemos isso ao fazer transformações, e mesmo atores dizem que vestir o figurino facilita a expressão da personagem. É tão verdade quanto para o cotidiano.”
 
A cognição da roupa prova-nos cientificamente a noção de que deve se vestir não do modo como se sente, mas do modo como se quer sentir. As roupas que escolhe estão a enviar mensagens àqueles que estão à sua volta, mas também a você mesmo.


A Escola de Afetos fornece o serviço de Consulta de Psicologia da Imagem.


Carolina Violas
Psicóloga Clínica, Especialização em Gestão de Pessoas, Formadora certificada pelo IEFP, Formação em Consultoria de Imagem Pessoal e Profissional




 


PSICOLOGIA DA IMAGEM: INCONSCIENTE





Sabia que a escolha que as mulheres fazem da sua roupa pode nos abrir portas para o inconsciente feminino?


Somos o que comemos, mas também somos o que vestimos segundo a psicóloga Jennifer Baumgartner, que é também consultora de moda. Ela acredita que as nossas escolhas de guarda-roupa revelam o que realmente se passa dentro de nós, refere que os nossos pensamentos e sentimentos estão expostos no nosso armário.


Por exemplo, usar roupas decotadas está associado à mulher com desejos de poder e de controlo, enquanto a escolha de muitas jóias denuncia insegurança e eventuais problemas financeiros. Já quem fecha até ao último botão da camisa está a dizer ao patrão que ser feminina implica fraqueza e não poder, e os saltos altos conferem, em muitos casos, confiança, ao tornar as mulheres tão altas como os colegas do sexo oposto.


Utilizar roupas demasiado jovens revela dificuldades em aceitar a passagem de tempo,enquanto, se for uma rapariga mais nova a usar uma saia muito curta, pode ser na realidade uma forma de chamar a atenção.


Escolher looks demasiado confortáveis, prende-se muitas vezes com situações de exaustão e de cansaço, nomeadamente no caso das recentes mamãs, significando, de acordo com a psicóloga, que a pessoa está a identificar-se excessivamente com a maternidade, esquecendo outras partes igualmente importantes de si própria.


A psicóloga Jennifer Baumgartner já editou um livro - "You Are What You Wear: What Your Clothes Reveal About You" - nos Estados Unidos com o propósito de ajudar as mulheres a encontrarem as roupas que sejam um real reflexo da sua verdadeira personalidade, do seu "eu". Para isso, a psicóloga recomenta uma dieta dos media, ou seja, que durante algum tempo as mulheres evitem ser expostas às imagens de mulheres magras e de corpos perfeitos que prejudicam a sua autoestima.


A Escola de Afetos fornece o serviço de Consulta de Psicologia da Imagem.




Carolina Violas
Psicóloga Clínica, Especialização em Gestão de Pessoas, Formadora certificada pelo IEFP, Formação em Consultoria de Imagem Pessoal e Profissional