PSICOLOGIA DA IMAGEM: HUMOR


Sabemos que a nossa roupa faz parte da nossa linguagem não verbal, tal como o tom de voz e os nossos gestos.

Sendo assim as nossas roupas são a linguagem que utilizamos também para comunicar.

A psicóloga clínica Dra. Jennifer Baumgartner refere que a nossa roupa não envia apenas mensagens aos outros mas ao nosso cérebro. Então cada um de nós deve fazer a seguinte pergunta: O que a minha roupa diz sobre mim?

Ela sublinha que o que vestimos afeta o nosso comportamento e como elas podem ser um aliado para a nossa vida diária.

Em conclusão, se  quiser se sentir confiante, vista-se como uma pessoa confiante,  se  quer se sentir sexy, vista-se como uma pessoa sexy.

Da mesma forma, não vá para o outro extremo, ou seja, se se sente triste, não escolha "roupas tristes", ou o seu cérebro irá fazer o que é conhecido como profecia auto-realizável e o seu humor negativo ficará ainda pior.

Estudos mostram que 57% das mulheres que se sentem em baixo são suscetíveis a vestir um par de jeans e uma camisola deformada com mangas soltas.

Mas a forma como você se veste afeta a forma como você se vê e a forma como você se sente.

Na construção de sua imagem pessoal ou profissional, você pode realmente ter impacto sobre a sua motivação!

Também é essencial aprender mais sobre a psicologia das cores e descobrir, por exemplo, que o vermelho vai fazer com que o seu sangue corra mais rápido e o azul vai fazer se sentir mais calmo/a e baixar a pressão arterial. A cor que usa causa um impacto sobre si, enviando sinais para o seu cérebro.

Isso significa que pode se vestir de uma maneira que, por um lado, irá ajudá-lo/a a controlar a forma como se sente, e por outro lado, causar uma primeira impressão positiva sobre as outras pessoas. Exemplo: Se um empregador tem a expectativa em escolher um candidato, entre vários candidatos, baseado nas competências ou qualificações, ele ou ela tem mais probabilidade de escolher uma pessoa que está bem vestida para o trabalho, sabia?

A partir de agora, quando comprar roupas novas, pare para pensar sobre qual é a imagem que deseja alcançar e como isso pode afeta-lo/a e o que pode conseguir com ela.

A Escola de Afetos oferece o serviço de Consulta de Psicologia da Imagem.


Carolina Violas
Psicóloga Clínica, Especialização em Gestão de Pessoas, Formadora certificada pelo IEFP, Formação em Consultoria de Imagem Pessoal e Profissional

PSICOLOGIA DA IMAGEM: COGNIÇÕES



Há uma Psicologia por detrás do nosso guarda-roupa, conta-nos a psicóloga clínica Dra. Jennifer Baumgartner.


O seu estilo diz muito sobre si. O que veste pode informar a um desconhecido qual o seu emprego, bem como as suas emoções, ambições e hábitos de consumo. “O comportamento de compra  geralmente advêm de motivações internas como emoções, experiências e cultura” diz a Dra. Baumgartner. Geralmente olhamos os comportamentos de compra e armazenamento e até mesmo como misturar as peças de roupa como algo pouco relevante, no entanto, qualquer comportamento é enraizado em algo mais profundo, há um significado mais profundo nas nossas escolhas, e isso pode ser avaliado tal como em terapia.


As nossas roupas podem ser  reveladoras da nossa personalidade e podem emitir mensagens adequadas ou não. Aqui a Psicologia da Imagem pode ser importante para ajudar as pessoas a utilizar o seu guarda-roupa na forma que gostariam de ser percecionadas pelos outros e até mesmo mudar a forma como cada um pensa sobre si mesmo, melhorando assim a autoestima.

Dra. Baumgartner diz-nos que as "nossas roupas ajudam-nos a colocar onde pensamos querer estar.”

Não existe uma peça ou mesmo um estilo que faça a pessoa parecer bem sucedida. A Dra. Baumgartner o que recomenda é o seguinte: use os básicos quando quiser tentar projetar uma imagem positiva (principalmente em ocasiões profissionais ou formais): o preto, o blazer e os scarpins. Utilizar os clássicos pode ter vantagens, simplesmente porque têm múltiplas funções e são apropriados para diferentes faixas etárias e tipos de corpo. E se tornou-se um clássico foi porque realmente funciona bem não importando quem você seja.
 
Por outro lado, não há uma peça ou  um estilo que faça uma pessoa parecer um fracasso. “Qualquer coisa que pareça que você não teve tempo se torna negativo,” diz a Dra. Baumgartner.  “A pior roupa é a que tenta se desfazer, ignorar ou esconder onde está ou quem você é, ou quando mostra que não prestou atenção ao seu corpo/idade/situação e sim envia uma mensagem errada.”
 
Um estudo da Northwestern University, analisou um conceito denominado de “cognição da roupa”. Investigadores definiram esse conceito como“a influência sistemática que as roupas têm nos processos psicológicos dos que as vestem,” ou seja, o que as suas roupas estão dizendo a si mesmo e não sobre si. E como elas fazem sentir-se.

Os investigadores distribuíram casacos brancos padrão para os participantes, contando a alguns que se tratava de um casaco de médico e a outros que era de pintor. Todos os participantes realizaram a mesma tarefa, mas aqueles que usavam o “casaco de médico” foram mais cuidadosos e atentos. As suas ações foram influenciadas pelas suas roupas.
 
O mesmo pode acontecer consigo. Quando se veste de uma determinada forma, isso ajuda a mudar o seu estado interior,”explica a Dra. Baumgartner. “Nós percebemos isso ao fazer transformações, e mesmo atores dizem que vestir o figurino facilita a expressão da personagem. É tão verdade quanto para o cotidiano.”
 
A cognição da roupa prova-nos cientificamente a noção de que deve se vestir não do modo como se sente, mas do modo como se quer sentir. As roupas que escolhe estão a enviar mensagens àqueles que estão à sua volta, mas também a você mesmo.


A Escola de Afetos fornece o serviço de Consulta de Psicologia da Imagem.


Carolina Violas
Psicóloga Clínica, Especialização em Gestão de Pessoas, Formadora certificada pelo IEFP, Formação em Consultoria de Imagem Pessoal e Profissional